São diversas as possibilidade de formações musicais explorando as Vozes e os Instrumentos. O grupo musical “Robério Molinari Eventos” pode formar qualquer formação pretendida pelo cliente. Listamos abaixo as mais utilizadas, por serem as de maior variedade e riquezas tímbricas.

Como vimos, são diversas as possibilidade de formações instrumentais. O grupo musical “Robério Molinari Eventos” pode formar qualquer formação pretendida pelo cliente. No entanto, listamos abaixo as mais utilizadas, por serem as de maior variedade e riquezas tímbricas com o menor número possível de integrantes.

 

  • Instrumento(s) Melódico(s) & Teclado

Além do Teclado, que é um instrumento harmônico, que pode fazer solos como também acompanhar, sugerimos os seguintes instrumentos melódicos:

    • Violino
    • Flauta
    • Saxofone

Pode-se escolher apenas um instrumento melódico ou mais de um, em conjunto com o teclado. Ideal para lugares com muito pouco espaço para os músicos.

 

  • Quarteto (ou Quinteto) de Cordas & Teclado

O “quarteto de cordas”, ou seja: dois violinos, uma viola e um violoncelo, em conjunto com o teclado, é uma das formações musicais com maiores possibilidades e recursos expressivos entre todas. Somando-se o contrabaixo, teríamos o “quinteto de cordas e teclado”, trazendo ainda mais riqueza sonora ao grupo. Ideal para um repertório cantabile e de grande expressividade, sem, contudo, perder o punch de um grande conjunto.

 

  • Cordas, Sopros, Percussão & Teclado

Se, além do conjunto descrito acima, somarmos instrumentos de sopro, como a flauta e/ou o saxofone e/ou o trompete, e ainda uma pequena percussão (pratos, caixa e bumbo), de fato então, teríamos a sonoridade de uma mini-orquestra, com uma majestosidade e pompa impressionantes.

  • Outras formações instrumentais

Podemos ainda formar um grupo ‘otimizado’ de instrumentos, ou seja, que tenham uma maior variedade de timbres diferentes, sem termos a necessidade de um grande número de instrumentos para tal:

    • Violino
    • Flauta e/ou Saxofone
    • Trompete
    • Teclado
No caso acima, teríamos um instrumento da família das cordas (o violino), um ou dois da família dos sopros de madeira (a flauta e/ou o saxofone), um dos sopros de metal (o trompete) e o teclado, emoldurando a base rítmico-harmônica para uma boa atuação dos demais. Tem sido a formação preferida dentre os nossos clientes.
Nesse grupo, eventualmente poderíamos convidar o violoncelo, dando uma maior atenção aos graves do conjunto, e a percussão, elemento que faltava para termos, no grupo, a participação de todos os naipes dos instrumentos.

Obs.: No grupo musical “Robério Molinari Eventos” nossos flautistas são também saxofonistas, pelo que poderíamos ter os dois instrumentos enriquecendo a textura tímbrica do conjunto, com apenas um músico contratado.

  • Voz(es) & Teclado

Sugerimos as seguintes vozes solistas, com acompanhamento do Teclado:

    • A Soprano Helen Isolani
    • O Tenor Néstor Gurry
    • Dueto de Soprano e Tenor

Um dos grandes diferenciais do nosso grupo musical são os arranjos do repertório feitos para dueto de soprano e tenor: a combinação tímbrica e entrosamento perfeito entre os dois cantores é sucesso garantido do grupo, tanto no repertório lírico quanto no popular.

  • Madrigal & Teclado

Quer seja de 8, 12 ou 16 vozes com acompanhamento do Teclado o “Madrigal” é uma ótima opção se queremos uma sonoridade rica e densa, nas músicas vocais escolhidas dentro do repertório, principalmente o religioso.

  • Coro & Teclado

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Podemos também, e preferencialmente, combinarmos as vozes de soprano e de tenor com os instrumentos, trazendo uma paleta de cores tímbricas mais ricas ao nosso grupo musical.

  • Voz(es), Instrumento(s) Melódico(s) & Teclado

As sugestões são as seguintes:

    • Soprano, Tenor, Violino, Flauta/Sax & Teclado
    • Soprano, Tenor, Violino, Flauta/Sax, Trompete & Teclado
    • Soprano, Tenor, Violino, Flauta/Sax, Trompete, Percussão & Teclado

Pode-se escolher apenas um instrumento melódico ou mais de um, em conjunto com o teclado e a(s) voz(es). Essas formações tem sido as mais requisitadas pelos nossos clientes, pois atendem com muita propriedade a maior parte do repertório erudito e popular. Nessas formações temos, simultaneamente, um representante de cada naipe de instrumentos e vozes humanas, trazendo, portanto, muitas possibilidades artísticas.

  • Voz(es), Quarteto (ou Quinteto) de Cordas & Teclado

Aqui temos o melhor dos dois mundos: o vocal e o instrumental. O “quarteto de cordas”, ou seja: dois violinos, uma viola e um violoncelo, em conjunto com o teclado e a(s) voz(es), é sucesso garantido pelas possibilidades expressivas desse conjunto. Podemos convidar também para o grupo, o contrabaixo, formando então um “quinteto de cordas”, dando um apoio maior no registro grave do repertório erudito e dando aquele toque mais marcado e confortável dentro do repertório popular.

  • Voz(es), Cordas, Sopros, Percussão & Teclado

Aqui temos a própria pompa e majestosidade unidas com o ideal artístico-musical: praticamente uma orquestra com vozes solistas. É o deslumbre em forma de música!

  • Voz(es) & Orquestra

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  • O que é “Orquestra”?

A palavra “orquestra” deriva do grego “orkhéstra”, e significava uma parte física do teatro grego antigo, que se caracterizava por um coro formado por bailarinos e músicos que faziam evoluções sobre um estrado situado entre o cenário e os espectadores. A rigor, o termo significava ‘dançar’ e que depois passou para o latim, “orchestra”, designando o local onde ficavam os senadores, no teatro romano.

Mais tarde, passou a designar o local onde ficavam os músicos, e só no séc. XVIII é que o termo passou a ser empregado na ópera italiana, denotando um “conjunto de cordas friccionadas”, ou seja, o mesmo que um consort (conjunto com membros de uma mesma família de instrumentos), mas composto apenas com instrumentos de cordas.

Hoje em dia, o termo se generalizou, significando qualquer grupo numeroso de instrumentos, quer sejam da mesma família ou não, sendo ou não de cordas (‘orquestra de violões’, ‘orquestra de acordeons’, etc.). No entanto, a rigor, para ser chamado de “orquestra”, o grupo tem que possuir o naipe completo de instrumentos de arco modernos, ou seja: violinos, violas, violoncelos e contrabaixos.

  • Tipos de Orquestra

Não há nenhuma diferença, nos dias de hoje, entre os termos “orquestra sinfônica” e “orquestra filarmônica”. Embora estes prefixos não especifiquem nenhuma diferença no que toca à constituição instrumental ou ao papel da mesma, podem revelar-se úteis para distinguir orquestras de uma mesma localidade. Antigamente a orquestra sinfônica levava este nome por ser mantida por uma instituição pública, e a orquestra filarmônica era sustentada ou apoiada por uma instituição privada, mas hoje este conceito mudou e não há mais diferença.

Portanto, dá-se o nome de “orquestras sinfônicas” ou “orquestras filarmônicas”, a orquestras formadas com todos os quatro naipes instrumentais completos, a saber (números mínimos médios de instrumentistas):

  • Cordas  (de 50 a 70 instrumentistas)
    • 26 a 32 violinos
    • 10 a 14 violas
    • 8 a 12 violoncelos
    • 6 a 10 contrabaixos
    • 1 a 2 harpas
  • Sopros de Madeira  (de 8 a 13 instrumentistas)
    • 2 flautas + 1 flautim
    • 2 oboés + 1 corne-inglês
    • 2 clarinetes + 1 requinta + 1 clarone
    • 2 fagotes + 1 contrafagote
  • Sopros de Metal  (de 9 a 13 instrumentistas)
    • 4 a 6 trompas
    • 2 a 3 trompetes
    • 2 a 3 trombones
    • 1 tuba
  • Percussão  (de 1 a 7 instrumentistas)
    • 1 a 2 pares de tímpanos
    • bombo
    • caixa clara
    • tam-tam ou gongo
    • sinos tubulares ou carrilhão
    • xilofone
    • glockenspiel (metalofone)
    • celesta
    • pratos de choque e prato suspenso
    • percussão menor (triângulo, wood-blocks, chocalho, etc.)

Uma orquestra sinfônica completa, portanto, terá em média, de 80 a 100 músicos, embora na prática esse número seja ajustado em função da obra reproduzida. Em alguns casos, uma orquestra pode incluir músicos contratados para tocar instrumentos específicos que não compõem o conjunto oficial ou ‘obrigatório’: por exemplo, nem todas as orquestras têm um pianista ou um saxofonista como membro efetivo. Como o piano não faz parte da orquestra, quando é convidado, não como solista, mas como membro da orquestra, ele integra o naipe da percussão. O saxofone idem, porém integrando o naipe dos sopros de madeira.

Mas nem todas as orquestras precisam ser numerosas como em uma “sinfônica”. Existem as “orquestras de câmera”, em que o número de integrantes fica em torno de 20 a 30 músicos, e compõe-se, na sua maior parte, de instrumentos de arco, mais cerca de 4 a 6 sopros de madeira, 2 a 4 sopros de metal e 1 par de tímpanos. Essa é uma formação atual, mas na época barroca (1600-1750), uma orquestra tida como grande era formada por 12 a 15 músicos, e era formada apenas com instrumentos de arco, mais o cravo ou órgão, por exemplo. Eventualmente, entravam de 2 a 4 sopros de madeira e/ou metal, e mais eventualmente ainda, 1 par de tímpanos.
  • O que é “Coro” e “Coral”?

Um “coro” é um grupo de cantores distribuídos por naipes segundo a tessitura de suas vozes. A rigor, o termo “coral” é, na verdade, relativo a coro, como em “canto coral”, ou seja, o canto feito por um coro. Mas, hoje em dia, os termos são sinônimos.

Na música ocidental, um “coro misto” (de vozes adultas, masculinas e femininas) compõe-se de quatro naipes, do grave para o agudo: Baixos, Tenores, Contraltos e Sopranos. É normal incluir, algumas vezes, também as vozes intermédias: Barítono e Meio-soprano, frequentemente chamadas de 2º Tenores e 2º Sopranos, respectivamente.

Esses quatro naipes não são constituídos simplesmente pelas classificações respectivas das vozes humanas, mas antes das funções (ou “classificação coral”) que estas vozes fazem no conjunto. Por exemplo, no naipe dos Sopranos, em um coro, teremos sopranos e meio-sopranos mais agudos e ágeis, enquanto que no naipe dos Contraltos, teremos, em sua maioria, sopranos e meio-sopranos com vozes mais graves e pesadas. Da mesma forma, nos Tenores, o naipe será constituído basicamente por tenores e barítonos mais leves, enquanto que nos Baixos, juntamente com os próprios baixos, figurarão também os barítonos mais pesados.

  • Tipos de Coro

Além do “coro misto”, já citado acima, existe o “coro infantil”, que tem até 3 naipes classificados da mesma forma que nas vozes femininas (Sopranos, Meio-sopranos, Contraltos), ainda que esse coro seja formado apenas por meninos (o mais comum dos coros infantis). Da mesma forma, existirão os coros femininos e masculinos, exclusivamente, adultos e infantis, constituídos pelas classificações corais respectivas.

Quanto às funções, os coros podem ser:

     1. Segundo o Gênero:

    • A Cappella: sem acompanhamento instrumental. Em geral, aparece na música sacra;
    • Instrumental: sem letra, o coro apenas vocaliza. É comum em obras modernas, a partir do séc. XX;
    • De Ópera ou Oratório: o coro faz o papel do povo, ou da consciência coletiva, ou da consciência de um personagem, em um momento específico da obra;
    • De Missa: o coro faz o papel da comunidade, em antífona ou resposta ao celebrante.

2. Segundo a Textura:

    • Monofônica: é o canto a uma só voz (uma só melodia), mesmo que ela seja cantada por várias pessoas. O “Cantochão” ou “Canto Gregoriano”, cântico sacro medieval, é um exemplo. Também, é comum no cântico de uma comunidade, dentro dos serviços religiosos, em festividades ou no trabalho;
    • Homofônica: é quando apenas um naipe sola e os outros naipes (e instrumentos, eventualmente) acompanham. É o mais comum na música popular;
    • Polifônica: é quando todos os naipes estão, simultaneamente, cantando melodias igualmente importantes, sem relevo de nenhuma delas. É mais comum na música sacra e erudita. No Renascimento, auge da polifonia, temos exemplo de peças corais com até 50 vozes, cantados em 10 línguas diferentes, simultaneamente.

3. Segundo a Densidade:

    • Camerística: um “madrigal”, com cerca de 8 a 16 vozes, ou um “coro de câmera”, com cerca de 20 a 40 vozes, contém um repertório específico da música de câmera erudita e sacra. Também é o mais utilizado na música popular, contudo;
    • Sinfônica: o chamado “coro lírico”, com mais de 50 vozes (o ideal é cerca de 100 vozes, pelo menos), é o coro para grandes concertos com orquestra ou óperas, onde a massa vocal tem primordial importância.

Basicamente, é o coro e a orquestra juntos. Nesse caso, para cada tamanho de coro um tamanho de orquestra diferente. Por exemplo, se tivermos a disposição uma orquestra sinfônica com 90 músicos, precisaremos de pelo menos 80 a 100 cantores no coro para podermos equilibrar a sonoridade do conjunto. Por outro lado, se temos um grupo de 20 cantores, a orquestra deverá ter por volta desse número de instrumentistas para se ter um equilíbrio musical adequado.

No entanto, com o auxílio da tecnologia de amplificação sonora (caixas acústicas, mesa de som, microfones, etc.) e com um bom técnico, é possível amplificarmos um grupo de 40 vozes para equilibrar com uma orquestra de 100 músicos. Ao mesmo tempo, um coro de 30 vozes é possível ser acompanhados por 5 ou até mesmo 1 instrumentista, sem perda do equilíbrio do conjunto.

O repertório de coro e orquestra é o mais arrojado e suntuoso, assim como de uma riqueza ímpar e deveras complexo em sua execução. Talvez seja por essa majestosidade que uma peça coral-orquestral nunca é passada despercebida pelo público, qualquer que seja ele: o impacto estético que as pessoas têm diante dessa profusão e sonora é fato, sempre.

Saiba Mais…

As vozes humanas se classificam, basicamente, em três tipos para cada gênero, masculino e feminino. São elas:

Vozes Femininas:

1. Soprano: a voz mais aguda de todas, é a voz mais encontrada nos países de língua latina. Conheça a nossa soprano Helen Isolani na seção “Ouça e Veja“;

2. Meio-soprano: a voz feminina intermediária, nem muito grave, nem muito aguda. É bem comum nos países nórdicos e do leste europeu;

3. Contralto: voz raríssima, é a mais grave das vozes femininas.

Vozes Masculinas:

1. Tenor: a voz mais aguda dos homens, se situa uma oitava abaixo do soprano. Juntamente com o soprano, são as vozes mais procuradas para solos em concertos e eventos. Conheça o nosso tenor Néstor Gurry na seção “Ouça e Veja“;

2. Barítono: a voz masculina intermediária, nem muito grave, nem muito aguda. É bem comum nos países  da América Latina, principalmente no Brasil;

3. Baixo: a mais mais grave das vozes humanas. Assim como o meio-soprano, é bastante encontrada nos países nórdicos e do leste europeu.

Um dos grandes diferenciais, do grupo musical “Robério Molinari Eventos”, são os arranjos das músicas feitos, não só para os solos das vozes agudas feminina e masculina (que é o comum entre os grupos musicais), mas arranjos feitos também para dueto de soprano e tenor. Conheça os nossos áudios e vídeos desses duetos na seção “Ouça e Veja“.

Um dos modos de se classificar os instrumentos musicais é o de agrupá-los em quatro grandes famílias ou naipes:

  1. Cordas
  2. Sopros de Madeiras
  3. Sopros de Metais
  4. Percussão

Há, ainda, o grupo dos instrumentos Eletro-eletrônicos, que se utilizam das mesmas características dos quatro naipes acima, porém com amplificação elétrica (ex.: baixo elétrico e guitarra) e/ou geração de sons por meios eletrônicos (ex.: teclados e sintetizadores).

Esses quatro naipes, por sua vez, se subdividem em:

1. Cordas:

  1. Friccionadas por arco: violino, rabeca, viola (de orquestra), violoncelo, contrabaixo, etc.
  2. Dedilhadas ou pulsadas por palheta: harpa, violão, guitarra, bandolim, cavaquinho, cravo, etc.
  3. Percutidas: piano, cimbalão, clavicórdio, etc.

2. Sopros de Madeiras:

  1. Embocadura livre: flauta transversal, flauta doce, ocarina, etc.
  2. Palheta simples: clarinete, saxofone, harmônio, gaita, etc.
  3. Palheta dupla: oboé, corne-inglês, fagote, etc.

3. Sopros de Metais: trompete, corneta, trompa, trombone, bombardino, tuba, etc.

Há, ainda, o órgão de tubos, que é um instrumento de Sopro Misto, pois nele se encontram características da família das madeiras e dos metais, simultaneamente.

4. Percussão:
  1. Sons Determinados: xilofone, vibrafone, metalofone, tímpanos, etc.
  2. Sons Indeterminados: bateria, caixa, pandeiro, chocalho, pratos, etc.

O naipe da Percussão também pode ser classificado como “De corpo duro sonoro” (sinos, claves, agogô, caxixi, etc.) ou “De membrana elástica” (os tambores em geral). Podem também se classificar como: “de Metal” (pratos, agogô, vibrafone, etc.), “de Madeira” (chicote, xilofone, woodblocks, etc.) e, ainda, outros tipos de classificações mais específicas.

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